LÍGIA GUERRA

Por que carrego doçura na alma e asas nos pés?
Porque sinto a vida além do óbvio.
Porque enxergo sol em dias de chuva.
Porque amo até mesmo o desamor.
Porque acolho cada gesto com os braços do coração.
Porque perfumo o caminho das estrelas.
Porque componho alegria na poesia da tristeza.
Porque desejo colorir a vida com olhos de fé!

* Lígia Guerra*

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

♥️ PLÁGIO AFETIVO ♥️



Entre chegadas e partidas... 
Como se comportar diante do amor? 
Como identificar se ele é verdadeiro? 

 *Lígia Guerra* 🗝 


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Lígia Guerra saiu do "Encontro" com Fátima Bernardes!!!


Com o mesmo respeito que tive de comunicar a vocês, meus seguidores, que aceitei o convite para somar forças com o time do “Encontro”, hoje comunico que decidi me desligar. Foram seis anos de muito aprendizado e crescimento. 

Sou grata à Fátima e a todo o time do “talk show”. Eu já era comentarista de Rádio e TV em jornais, mas o entretenimento é bem diferente e foi uma experiência de extremo crescimento emocional e profissional. 

Quero agradecer você que me acompanhou nesse segmento durante esses seis anos e dizer que a minha forma de trabalhar com vocês mudará em 2020. 

Novos rumos... com olhares ainda mais atentos diante dos MEUS objetivos diante da vida, da minha forma de comunicar e com os assuntos que eu sinta como importantes na minha carreira  de psicanalista e para o público que me segue.

*Lígia Guerra* 🗝

domingo, 29 de dezembro de 2019

Rótulos? Porrada neles!!!


Se você é inteligente, é uma ameaça. 
Se é bem sucedida, é questão de sorte e não de competência. 
Se é gordinha, é uma baleia. 
Se é magra, é anoréxica. 
Se é linda, é burra. 
Se for taxada de feia, é sobra. 
Se quiser casar, é desesperada. 
Se não quiser casar, é predadora. 
Se quiser ter filhos, é descomprometida com a carreira. 
Se não quiser ter filhos, é egoísta. 
Se gosta de sexo, é vagabunda. 
Se não tiver descoberto o prazer, é geladeira. 
Se tiver opinião, é mandona. 
Se for tímida, é insossa. 
Se tiver ambição, é interesseira. 
Se quiser adotar uma vida simples, é alienada. 
Se gosta de cuidar da casa e da família, é mulherzinha. 
Se não gosta das atividades do lar, é uma porca. 
Se for religiosa, é beata. 
Se for questionadora, é bruxa. 
Se rir alto, é escandalosa. 
Se não rir, é mal humorada. 
Se for solteira, é encalhada. 
Se for casada, é certinha. 
Se for separada ou viúva, é concorrente. 
Se for alegre, é fingida. 
Se for discreta, é antipática.

Só para lembrar...

Não somos produtos. 
Não somos embalagens. 
Não somos objetos. 
Não somos rótulos. 

Repense nos julgamentos que você recebe. 
Repense nos julgamentos que você faz. 
Todos eles, de uma forma ou de outra, respingam em todas nós. 

Você não nasceu para usar roupa emprestada. 
Nasceu para se vestir de si mesma! 

*Lígia Guerra* 🗝

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Sobre o Germinar de Alguns Divórcios...


Nem todo divórcio diz respeito ao término de um relacionamento amoroso. 

Nós podemos nos divorciar de um estilo de vida, deixamos de comer ‘fast food’ e passamos a nos alimentar com comida de qualidade. 

Nós podemos nos divorciar de um trabalho que só paga as nossas contas para buscarmos por realização emocional e profissional. 

Nós podemos nos divorciar de famílias tóxicas para vincularmos com pessoas amorosas. 

Nós podemos nos divorciar de pessoas rasas para compartilhar a vida com pessoas profundas. 

Nós podemos nos divorciar de situações que se esvaziaram porque nós nos completamos interiormente. 

Nós podemos nos divorciar de convivências sabotadoras porque nos tornamos saudáveis. 

Nós podemos nos divorciar dos nossos medos porque nos agigantamos diante das nossas coragens. 

Nós podemos nos divorciar de nós mesmos, de quem não desejamos mais ser, de padrões que não queremos repetir, para dar espaço a um novo ‘eu’ gostoso de SER e de SENTIR. 

Nós podemos nos divorciar da opinião do mundo porque nos casamos com nós mesmos. 

Nem todo casamento é bom. 
Nem todo divórcio é ruim. 
Nem toda companhia é preciosa. 
Nem toda solidão é angustiante. 

Entre chegadas e partidas aprendemos sobre a vida, sobre os outros e principalmente sobre nós mesmos. Descobrimos força , garra e talentos inimagináveis no nosso mundo interior!!! 

*Ligia Guerra*

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Pessoas são como Alimentos...


Falar mal e andar junto... 
Permitir relações abusivas... 
Achar a pessoa insuportável e forçar amizade... 
Perceber a inveja alheia e contar a intimidade... 

De quem é a responsabilidade, do outro ou nossa? 

Não adianta abrir a porta para o assaltante emocional e depois reclamar que ele roubou a sua casa. 


Reveja as suas posturas. 


Seja educado, mas não seja tolo. 


*Lígia Guerra* 🗝


Primavera em Curitiba...


Primavera em Curitiba...
Que céu... 
Que azul... 
Que verde... 
Que luz... 
Que energia... 
Que 🎵Música!!! 

Fazia muito tempo que eu não ouvia tantos pássaros 🦅 em coro... 🎶 

Primavera é isso... Vida faceira pulsando por todos os lados... 

Viver é uma dádiva e ter consciência disso é uma enorme conquista! 

Que saibamos ver, sentir e agradecer tudo que somos, tudo que temos, tudo que compartilhamos. 

Que aprendamos a reclamar menos e a reconhecer mais. 

Que saibamos enxergar o valor das coisas sem precisar perdê-las para isso. 

Que o chão sob os nossos pés tenha motivos para aplaudir os nossos passos. 

*Lígia Guerra* 🗝🎶🧡




Coroa...


Dizem por aí... “Não trate como feed quem lhe trata como stories”. Super concordo.

Rainha que é rainha sabe muito bem qual lugar quer ocupar no banquete da vida! 

Sabe o valor da coroa que carrega. 

 *Lígia Guerra* 🗝👸🏼


terça-feira, 12 de novembro de 2019

Tudo nessa vida é sobre o amor...

Se você reparar bem... 

Tudo nessa vida é sobre o amor. 

O amor que falta. 
O amor que sobra. 
O amor que abandona. 
O amor que não entende. 
O amor que não sabemos ofertar. 
O amor que não sabemos receber. 
O amor que sonhamos viver. 
O amor não correspondido. 
O amor negligenciado. 
O amor que salva. 
O amor traído. 
O amor resgatado. 
O amor que chora com a indiferença. 
O amor que sorri com o gesto inesperado. 
O amor adoecido. 
O amor saudável. 
O amor que foi embora. 
O amor que retorna. 
O amor que nos faz rir pelas lembranças. 
O amor que dói de saudade. 
O amor que nos devolve para nós mesmos. 

São tantos amores, tantos momentos, tantas vivências... falamos tanto do amor e ainda amamos tão pouco. Enquanto continuarmos buscando por amores perfeitos, continuaremos abraçando ilusões e tendo saudades do que poderia ter sido. 

O amor troca os seus passos em uma estrada muito além do que as palavras possam definir. 
O amor nunca está onde o procuramos. 

Ele está na desconstrução de um sentimento ideal. 
Ele está no imperfeito. 
Ele está no espaço em que a minha humanidade toca a humanidade do outro. 

*Lígia Guerra* 🗝


sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Liberdade feminina...


Quantas lágrimas uma mulher precisa derrubar? 
Quantas angústias uma mulher necessita engolir? 
Quantas situações uma mulher se obriga a não enxergar? 
Quantas mágoas uma mulher evita revisitar? 

No meio de tantos relacionamentos falidos, muitas de nós engolem as próprias dores em nome de uma ilusão de amor, pela família, devido as marcas de uma educação rígida, pela impossibilidade da independência financeira ou emocional; por acreditar que no fundo, bem lá no fundo... o parceiro é uma boa pessoa, por mais que o seu comportamento diga o contrário. 

Enquanto isso as decepções e as agressões continuam sendo acumuladas. 

Seja como for, quando essa mesma mulher descobre que a porta da casa não precisa ser uma clausura, mas pode ser a abertura para uma nova vida... 

Quando essa mulher chega no seu limite e diz :chega! A transformação se inicia. Essa mesma mulher conseguirá ouvir pela primeira vez o rugido da sua força emocional e nada, absolutamente nada, a deterá. Ela poderá não saber para onde irá, mas certamente saberá para onde jamais retornará. 

Nesse exato momento as suas feridas começarão a cicatrizar de fato. 

O seu processo de cura acontecerá. 
Ela não buscará os olhos do outro, não mendigará reconhecimento, despertará para si mesma. 
 Ela abandonou o cativeiro da invisibilidade. 
As suas pegadas afundarão na terra, demarcarão vontades e construirão novos caminhos. 

Chegou o momento de ser. SER. 

*Lígia Guerra* 🗝

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Pensamentos...


É impressionante o número de “conselhos” ofertados em redes sociais que afirmam que é preciso positivar os pensamentos: 

- “Troque um pensamento negativo por uma lembrança positiva.” Já leu isso? É muito agressivo! 

Primeiro porque nós seres humanos não somos uma equação matemática e tampouco uma linha reta para sermos reduzidos a uma fórmula. 
 

Segundo porque é desrespeitar aquilo que sentimos, as nossas inseguranças, medos, incoerências, angústias, desejos “proibidos”, inveja ou ciúme... Como se esses sentimentos fossem feios!!?!?! 

Enquanto negarmos as nossas sombras, dificilmente acessaremos as nossas luzes. 
 Perceba que a sombra não é feia ou ruim, pelo contrário, nela habitam talentos, força e uma parte desconhecida de nós que pode ser justamente a peça do ‘quebra cabeças’ que faltava para dar formato a compreensão de algum bloqueio. 
 

Quando nos sentimos inferiores, ressentidos com o sucesso alheio ou incomodados com potenciais que nos faltam, é momento de olhar de frente para as faltas que nos constituem e buscar recursos para crescer com elas. 

Esses sintomas são avisos de que é preciso mudar. 
 Olhar para o que julgamos que os outros tenham a “mais” não resolverá aquilo que nos faz acreditar que temos algo a “menos”. É como querer usar um pneu de bicicleta em um carro, acarretará sobrecarga e as emoções não amadurecerão. 
 

É preciso muita humildade para trocar a vitimização pela  responsabilidade das inseguranças pessoais, pela mudança de atitude e principalmente para perceber que somos nós que permitimos que situações ruins e abusivas se repitam.  
 

*Lígia Guerra* 


Mulheres e Cura...


Quantas lágrimas uma mulher precisa derrubar? 
Quantas angústias uma mulher necessita engolir? 
Quantas situações uma mulher se obriga a não enxergar? 
Quantas mágoas uma mulher evita revisitar? 
 

No meio de tantos relacionamentos falidos, muitas de nós engolem as próprias dores em nome de uma ilusão de amor, pela família, devido as marcas de uma educação rígida, pela impossibilidade da independência financeira ou emocional; por acreditar que no fundo, bem lá no fundo... o parceiro é uma boa pessoa, por mais que o seu comportamento diga o contrário. 
 

Enquanto isso as decepções e as agressões continuam sendo acumuladas. 
 Seja como for, quando essa mesma mulher descobre que a porta da casa não precisa ser uma clausura, mas pode ser a abertura para uma nova vida... Quando essa mulher chega no seu limite e diz : chega! 
A transformação se inicia. 
 

Essa mesma mulher conseguirá ouvir pela primeira vez o rugido da sua força emocional e nada, absolutamente nada, a deterá. 
 Ela poderá não saber para onde irá, mas certamente saberá para onde jamais retornará. 
 

Nesse exato momento as suas feridas começarão a cicatrizar de fato. O seu processo de cura acontecerá. 

Ela não buscará os olhos do outro, não mendigará reconhecimento, despertará para si mesma. 
 

Ela abandonou o cativeiro da invisibilidade. 

As suas pegadas afundarão na terra, demarcarão vontades e construirão novos caminhos. 

Chegou o momento de ser. SER.  
 

*Lígia Guerra* 



domingo, 22 de setembro de 2019

Onde mora a nossa tristeza?


Onde mora a nossa tristeza? 
Alguém sabe? 
Desconfio que ela esqueceu do endereço. 
Para onde vamos? 
Com quem conversamos? 
Como podemos ser amados nos dias em que nos falta cor? 
Já reparou como as fotos em preto e branco agradam menos? 

Estamos cada vez mais isolados da nossa humanidade e sem lugar para compartilhar angústias. Pois estou aqui para dizer que você pode e deve assumir os seus dias enevoados... Ter o direito de responder que não, não está tudo bem! Mas que nem por isso tudo se transformará em drama. 

É preciso termos o direito de digerir os dias de silêncio... Tão nossos e tão importantes! É fundamental resgatar a nossa verdade, pedir ajuda, sem que isso seja visto como defeito ou incapacidade de lidar com os próprios problemas. 

Sempre que negamos as nossas tristezas também matamos as nossas alegrias, pois sem autenticidade não podemos conviver com nenhuma delas. Não adianta fingir paz no coração enquanto o tsunami da tristeza está arrancando o telhado. 

É preciso rever as nossas verdades e fortificar as nossas estruturas. Admitir que precisamos de ajuda é o nosso maior ato de coragem e de reconstrução do próprio caminho. 

*Lígia Guerra*


Quando as bruxas são compreendidas...


Já pensou se a “Branca de Neve” simplesmente tivesse casado com o príncipe? A nossa história não teria “caldo”. 

Embora as bruxas não costumem ser as queridinhas, elas representam os nossos desafios, as pessoas difíceis que encontramos pelo caminho, as relações complexas que temos que administrar e até mesmo as engrenagens tóxicas das quais precisamos nos afastar. 

Seja como for, são “aulas” que desafiam a nossa inteligência emocional, a capacidade de estabelecermos novas conexões, vínculos e percepções. Sem a bruxa, os 7 anões jamais teriam entrado na história e a Branca de Neve não teria descoberto a sua capacidade de sobreviver em novos espaços e interações. 

Seja como for... o melhor beijo na boca que podemos receber não é o do príncipe, é o da nossa autoestima! É ele que nos salva do desconforto da zona de conforto. Que venham as bruxas, os desafios e os medos... e que cada um deles ensine aquilo que precisamos para nascer de nós mesmas!

*Lígia Guerra*

Viajar...


Viajar no bairro, na cidade, no país... 
Viajar mundo afora. 
Viajar para quebrar a arrogância que nos faz acreditar que o nosso jeito de viver é sempre o melhor. Viajar para nos tornarmos aprendizes, crianças do mundo, alunos sedentos de novidade. 
Viajar para aprender a amar o diferente. 
Viajar para aprender a amar a nós mesmos com outros olhos. 
Viajar por fora para viajar ainda melhor por dentro! 
Viajar para sentir o desabrigo e valorizar o próprio teto. 
Viajar para descobrir e também para redescobrir. 
Viajar para desapegar. 
Viajar para se desconectar das fronteiras internas e externas. 
Viajar para desconstruir preconceitos. 
Viajar na alma do outro. 
Viajar no riso amigo. 
Viajar na viagem alheia. 
Viajar nós próprios sonhos. 
Viajar para fora dos relacionamentos ruins. 
Viajar por dentro dos psiquismos lindos de pessoas de qualidade! 
Viajar nos medos para poder conhecer as coragens. 
Viajar para fechar ciclos. 
Viajar para semear novos propósitos. 
Viajar com sabedoria, com olhos atentos, com o coração humilde dos não saberes. 
Viajar para sentir estranheza... 
Viajar para sentir familiaridade. 
Viajar para sentir a incoerência de um mundo gigante repleto de pessoas com angústias comuns. Viajar para enxergar o que a rotina nos rouba. 
Viajar porque no final das contas a vida é somente isso... Uma grande viagem! 

*Lígia Guerra*