Lígia Guerra

Lígia Guerra
Por que carrego doçura na alma e asas nos pés?
Porque sinto a vida além do óbvio.
Porque enxergo sol em dias de chuva.
Porque amo até mesmo o desamor.
Porque acolho cada gesto com os braços do coração.
Porque perfumo o caminho das estrelas.
Porque componho alegria na poesia da tristeza.
Porque desejo colorir a vida com olhos de fé!

- Lígia Guerra -

domingo, 11 de setembro de 2016

“A semente não pode saber o que lhe vai acontecer...


A semente jamais conheceu a flor. E a semente não pode nem mesmo acreditar que traga em si a potencialidade para transformar-se em uma bela flor. Longa é a jornada. E sempre será mais seguro não entrar nela, porque o percurso é desconhecido, e nada é garantido... mil e uma são as incertezas da jornada, muitos são os imprevistos - e a semente se sente em segurança, escondida no interior de um caroço resistente. Ainda assim ela arrisca, esforça-se; desfaz-se da carapaça dura que é a sua segurança, começa a se mover. A luta começa no mesmo momento: a batalha com o solo, com as pedras, com a rocha. A semente era muito resistente, mas a plantinha será muito, muito delicada, e os perigos serão muitos.”

Esse é o grande perigo daqueles que comparam o que são com o que acreditam que deveriam ser. Imaginam conquistas grandiosas para as suas vidas. Raramente refletem sobre os pequenos passos diários que farão parte do percurso. Aplicam o mesmo princípio sobre o sucesso alheio. Miram no resultado e nas conquistas das pessoas, mas esquecem de admirar as suas trajetórias… Aquelas que acontecem nos bastidores, no anonimato do esforço contínuo, na dedicação inundada de amor que vence o cansaço e os obstáculos.

Entre a semente e a flor não existe apenas o desejo, acima de tudo existe um elo que atende pelo nome de ATITUDE.

🎬  - Lígia Guerra -


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