Lígia Guerra

Lígia Guerra
Por que carrego doçura na alma e asas nos pés?
Porque sinto a vida além do óbvio.
Porque enxergo sol em dias de chuva.
Porque amo até mesmo o desamor.
Porque acolho cada gesto com os braços do coração.
Porque perfumo o caminho das estrelas.
Porque componho alegria na poesia da tristeza.
Porque desejo colorir a vida com olhos de fé!

- Lígia Guerra -

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Amizade...

A amizade torna os fardos mais leves,
 porque os divide pelo meio.
A amizade intensifica as alegrias, 
elevando-as ao quadrado 
na matemática do coração.
A amizade esvazia o sofrimento, 
porque a simples lembrança do amigo é alívio.
A amizade ameniza as tarefas difíceis, 
porque a nós não as realizamos sozinho.
São dois cérebros e quatro braços a agir.
A amizade diminui a distância, embora longe, 
o amigo é alguém perto de nós.
A amizade enseja confidências redentoras: 
problema partilhando, percalço amaciado;
felicidade repartida, ventura acrescida.
A amizade coloca música 
e poesia na banalidade do quotidiano.
A amizade é a doce canção da vida 
e a poesia da eternidade.
O amigo é a outra metade de nós. 
O lado claro e melhor.
Sempre que encontramos um amigo, 
encontramos um pouco mais de nós mesmos.
O amigo revela, desvenda, conforta.
É uma porta sempre aberta, em qualquer situação.
O amigo na hora certa é o sol 
ao meio dia, estrela na escuridão.
O amigo é a bússola e rota no oceano, 
porto seguro da tripulação.
O amigo é o milagre do calor humano 
que Deus opera num coração.
Agradeço ao meu amigo Daniel Sviech 
pelo imenso carinho da mensagem!

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