LÍGIA GUERRA

Por que carrego doçura na alma e asas nos pés?
Porque sinto a vida além do óbvio.
Porque enxergo sol em dias de chuva.
Porque amo até mesmo o desamor.
Porque acolho cada gesto com os braços do coração.
Porque perfumo o caminho das estrelas.
Porque componho alegria na poesia da tristeza.
Porque desejo colorir a vida com olhos de fé!

* Lígia Guerra*

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Mulheres às Av3ssas...

Pause o iPOD para assistir ao quadro "Mulheres às Av3ssas".




Homens galinha: Ficção ou realidade?

Quer conhecer outros perfis masculinos?

Acesse:

http://www.gazetadopovo.com.br/blog/mulheresasavessas

Enjoy!

6 comentários:

Camila Monteiro disse...

Lindaaaa vc!!!!

Adorei demais a entrevista!!!!

Nutri Bobagens disse...

Olá, gostei muito daqui, me joguei nos post passados!

bjoS2

黄清华 Wong Ching Wah disse...

Beautiful music and creation !

Anônimo disse...

E eu que esperava fogos de artifício,
esqueci que as estrelas não fazem barulho."

Clarice Lispector

Boa Noite e feliz amanhecer!!M@ria

Gringo disse...

Ligua, You have a rather intriguing blog, and I'm curiously enjoying it! Even the music is beautiful. Thank you for following my blog also!

Rob Novak disse...

Oi Lígia!

Achei interessante esse apanhado de personalidades descritas no texto de seu blog da Gazeta. Mas, todo esse tipo de comportamento, inclusive dos homens sérios, por assim dizer, só revelam uma coisa: o interesse primordial é, e sempre será, físico, carnal. E isso por parte de ambos.

As várias maneiras de se flertar não deveriam enganar ninguém mais. O homem, asseguro eu, sempre pensa em sexo, e se não pensa é porque sabe que quando precisar disso terá alguém para satisfaze-lo. A mulher entende e, mesmo assim, insiste em pintar com flores aquele que julga ser diferente no comportamento, apenas porque se sentiu mais atraída a tal. E mulher também pensa em sexo, porém, usa a palavra amor como produto do que se pratica entre os dois, na intimidade, na cama.

Se uma cantada, por mais que tosca, funciona, é indício de que a conquista já aconteceu. Isso porque, antes de tudo, somos animais. Nossa fração central dos atos é baseada no instinto, é puro instinto, na verdade. É a coisa que não se explica e tingimos como sentimento inefável, por mais que não seja um sentimento, e sim, uma sensação. Existe, portanto, a tal da química que define o grau de atração entre o par. Isso não pode ser racionalizado. Linhas de pensamentos explicam que a atração entre as pessoas é baseada na simetria das formas, das linhas. Dependendo da estima própria que se tem, isso basta para que aconteça algo entre elas.

Não importa muito o que se diz. Importa, apenas, se a coisa falada for ridícula e o físico já não convencer, ou se a aparência convencer em muito, mas a chegada for o cúmulo da estupidez. E em muitos casos, mesmo diante de tamanha falsidade em palavras e gestos, um projeto de relacionamento se desenrola entre os dois, o que acho, sinceramente, a prova irrefutável que não importa analisar perfis de pessoas. Elas sempre acabam nos surpreendendo.

Pode parecer muito realista (ou “viajado”) o que escrevo, mas dessa matéria, de tentar ser o cara autêntico, legal e divertido e simplesmente perder para o desprovido de cérebro, mas de boa pinta, lindo, irresistível, gostoso e o que mais se ouve que é a expressão “tudo de bom”, eu entendo. O que se sente hoje é moldado por estereótipos, além de ser fortemente tipificado pelos instintos, como escrevi. Homem precisa ser mais alto que a mulher, senão, como ele irá defende-la? Franzinos e baixinhos simplesmente não têm vez. Ridículo se racionalizado, mas, é o filtro mais utilizado por todas as mulheres numa “caçada”, por exemplo. Um comportamento que, de tão natural, não é percebido. Sob a base de vontades simples e básicas ainda se tenta construir algo complexo e intrincado, que é o relacionamento humano.

Enfim, quando terminar seu estudo, será interessante ler seu livro :)

Bjo e apareça no meu blog sempre quando desejar, para ler meus poemas e demais textos. O último texto que publiquei foi referente a algo que muito me marcou.