Lígia Guerra

Lígia Guerra
Por que carrego doçura na alma e asas nos pés?
Porque sinto a vida além do óbvio.
Porque enxergo sol em dias de chuva.
Porque amo até mesmo o desamor.
Porque acolho cada gesto com os braços do coração.
Porque perfumo o caminho das estrelas.
Porque componho alegria na poesia da tristeza.
Porque desejo colorir a vida com olhos de fé!

- Lígia Guerra -

sábado, 28 de dezembro de 2013

Jornal Carioca O DIA...

O Rio de Janeiro também está às Av3ssas!!! Adoro!!!



Livro ‘Mulheres às Avessas’ traz um olhar sobre o universo feminino Psicóloga escreve publicação com dicas de como as mulheres modernas devem lidar com os conflitos do dia a dia. Rio - As inseguranças são muitas e elas vão desde os probleminhas com a balança, passando pela pressão da idade, até o tão sonhado reconhecimento profissional. 

Para ajudar as mulheres a sobreviver a todos esses conflitos, a psicóloga Lígia Guerra acaba de lançar o livro ‘Mulheres às Avessas’ (Editora Sextante, 128 páginas, R$ 19,90). “Acho importante compreender por que determinados padrões continuam sendo repetidos, apesar de só fazerem mal. É bom destinar tempo e energia para refletir sobre essas questões. Assim, fica mais fácil sair dessa prisão em que nós mesmas nos colocamos”, recomenda a autora. Apaixonada pelo comportamento feminino, ela usou a sua própria experiência para escrever o livro. “Trabalhei em consultório durante 11 anos, mas o que eu queria mesmo era escrever. Um dia, criei coragem, parei de clinicar e me joguei no mundo”, conta. 

Mas, apesar do sucesso, Lígia lembra que fazer uma mudança radical na vida nem sempre é fácil. “Eu não gosto de vender a imagem de que foi tudo tranquilo. No livro, dou dicas para passar por essa fase sem grandes traumas. O primeiro passo é se preparar financeiramente, fazer uma reserva, pois pode ser que as coisas demorem um pouco mais para acontecer e você não vai querer que o sonho se transforme em pesadelo.” 

Além da realização profissional, ‘Mulheres às Avessas’ também discute questões como a sexualidade feminina e o fim do romantismo. “Desde cedo, os homens são estimulados a se conhecer. Já entre as meninas, existe um tabu. Isso influencia diretamente em como a mulher vai lidar com o próprio corpo numa relação a dois”, analisa a psicóloga, que critica a banalização das relações contemporâneas. “Estão cada vez mais descartáveis”, diz. Sem a pretensão de resolver os problemas femininos, mas incentivando o autoconhecimento, Lígia afirma que o grande problema das mulheres é a falta de coragem para pensar com a própria cabeça. “Somos perfeccionistas, neuróticas e temos o péssimo hábito de basear a nossa vida na dos outros. No momento em que abrirmos mão de ser exemplos e nadarmos contra a maré, aí as coisas dão certo. Esse é o verdadeiro ato às avessas”, defende.


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