Lígia Guerra

Lígia Guerra
Por que carrego doçura na alma e asas nos pés?
Porque sinto a vida além do óbvio.
Porque enxergo sol em dias de chuva.
Porque amo até mesmo o desamor.
Porque acolho cada gesto com os braços do coração.
Porque perfumo o caminho das estrelas.
Porque componho alegria na poesia da tristeza.
Porque desejo colorir a vida com olhos de fé!

- Lígia Guerra -

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Liberte...


A vida é composta do mesmo material com que são constituídos os nossos sonhos. Quando percebemos isso, despertamos para a urgência de aprender a virar a página para os capítulos que não fazem mais sentido no nosso enredo, seja um amor que se esvaziou, um emprego que se tornou monocromático ou uma opinião idealizada sobre a vida.

Mandar embora, concluir, saber compreender quando é momento de chegar e de partir. O processo pode ser doloroso, jamais estéril.

Exercite o esquecimento. Aprenda a perdoar e a se perdoar. Raiva mata, generosidade não. Liberte o outro, mas acima de tudo... LIBERTE-SE. Lembre de que você atrofia as suas asas quando fortifica as raízes da raiva, da frustração e do desamor. Ninguém consegue voar para novos horizontes quando está algemado à mágoas e ressentimentos.

Recomece. Isso implica em riscos, mas também representa felicidade, intensidade e muito prazer em ser você mesmo, autêntico! Tomou o caminho errado? Refaça-o. Não crie dramas existenciais, apenas aprenda com os equívocos.

Esteja atento, recrie a sua história, pegue novos caminhos, mire outros horizontes. Os olhos cansados não enxergam nada além do tédio, da rotina e do óbvio. Não espere o momento ideal para decidir, amar e viver, pois ele é agora.

Invista em liberdade!

- Lígia Guerra -

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